O deputado polonês Michal Rachon, do partido conservador Lei e Justiça (PiS, na sigla em polonês), pode ser condenado a até três anos de prisão por ter protestado vestido com uma fantasia de pênis (veja vídeo) com o nome do primeiro-ministro da Rússia, Vladimir Putin, escrito.
É isso aí! Parabéns mesmo, hein Deputado! Essa fantasia é do Car@$%#.
Atenção: Este post é parte de uma série de textos sobre sentimentos. Não quer dizer que eu os esteja sentindo neste exato momento, portanto apenas aprecie o texto e não fique tentando imaginar o que o autor do blog estava pensando quando escreveu isso tudo…
Antes de ler, aperte o play!
Ir ou ficar? Mostrar-se ou esconder-se?
Ser sério ou ser brincalhão? Namoro ou Casamento?
Prender ou libertar? Sonhar ou viver?
Esta ou aquela?
Um sentimento de muitas perguntas e poucas respostas
Pense comigo. Você é dono de um zoológico na Faixa de Gaza. Você está na merda, afinal ninguém quer sair de casa e arriscar tomar uma bomba bem no meio da testa só pra ver os seus animaizinhos. E, pra Lei de Murphy se confirmar, atiram um míssel dentro da jaula de um dos seus animais mais caros: o casal de zebras.
Ok… shit happens… Todos estamos sujeitos a acidentes. Maaaaaaaaassss…. a criatividade do ser humano é o que nos diferencia dos animais como seres pensantes ( e você achando que era a inteligência, pffffff…) Pense muito bem… um zoológico, sem grana, e com falta de um dos animais mais cuti-cuti-coisinha-fofa-do-papai que todo mundo gosta de ver, principamente depois do filme que deixou as zebras famosas… o que você faz? Apela pra gambiarra! Lógico! Imagine o diálogo:
- Ô, Zé…
- Fala patrão…
- Ainda tem aquela tinta preta que a gente usou pra pintar os postes aí?
- Ô patrão, acho que sobrou uma lata ou duas lá no depósito…
A gente gasta a vida trabalhando, se esforçando e afinal que vantagem leva em tudo isso?
Pessoas nascem, pessoas morrem, mas o mundo continua sempre o mesmo.
O sol continua a nascer, e a se pôr, e volta ao seu lugar para começar tudo outra vez.
O vento sopra para o sul, depois para o norte, dá voltas e mais voltas e acaba no mesmo lugar.
Todos os rios correm para o mar, porém o mar não fica cheio. A água volta para onde nascem os rios, e tudo começa outra vez.
Todas as coisas levam a gente ao cansaço-um cansaço tão grande, que nem dá para contar. Os nossos olhos não se cansam de ver, nem os nossos ouvidos, de ouvir.
O que aconteceu antes vai acontecer outra vez. O que foi feito antes será feito novamente. Não há nada de novo neste mundo.
Será que existe alguma coisa de que a gente possa dizer: “Veja! Isto nunca aconteceu no mundo”? Não! Tudo já aconteceu antes, bem antes de nós nascermos.
Ninguém lembra do que aconteceu no passado; quem vier depois das coisas que vão acontecer no futuro também não vai se lembrar delas.
Eu tenho visto tudo o que se faz neste mundo e digo: tudo é ilusão. É tudo como correr atrás do vento.
(Texto extraído de: Livro de Eclesiastes – Cap. 7 – Versículos 2 a 11 e 15)
O clichê diz que “depois duma grande tempestade, vem a calmaria”.
Eu discordo.
Ok, as tempestades existem.
Mas elas servem pra provar quem são os grandes marinheiros.
Nenhum novato nos mares sobrevive a uma tempestade, e nenhum lobo-do-mar afunda com ela!
Mas, por pior que sejam, as tempestades tem o poder de fazer nosso pequeno barco se movimentar com uma força e intensidade que ele nunca mais poderá experimentar.
Já pensou nisso?
Um grande problema, por mais medo e ansiedade que ele nos cause, sempre nos faz crescer e eparender coisas novas.
Coisas que, talvez, nunca aprenderíamos de outra forma.
E é justamente por isso que eu discordo do nosso clichê.
Depois de uma grande tempestade nunca vem uma grande calmaria, mas sim uma grande onda, que impulsiona o barco da nossa vida mais pra frente do que a brisa da calmaria pode fazer…